Situado no coração do Himalaia, no Nepal, o Monte Manaslu se destaca por seu imponente pico em formato de pirâmide, elevando-se a 8.163 metros de altitude e figurando entre as montanhas mais altas e respeitadas do planeta. Sua escalada desafia montanhistas experientes que buscam grandes conquistas em ambientes extremos.
A ascensão exige preparo físico e psicológico rigoroso, além de sólida experiência em alta montanha, já que a rota combina trechos técnicos, resistência e capacidade de adaptação às condições severas do Himalaia.
Enfrentar o Manaslu proporciona não apenas vistas deslumbrantes da maior cadeia de montanhas do mundo, mas também uma experiência profunda, transformadora e inesquecível.
A próxima expedição está prevista para 2026. Interessados em integrar nossa expedição exclusiva para brasileiros podem entrar em contato para receber mais informações e orientações completas sobre a jornada.
Nepal
35 dias
Alta
Dia 01 – Chegada em Kathmandu e translado ao hotel. (1.400m)
O grupo será recebido no aeroporto internacional de Kathmandu e levado até um hotel 5 estrelas para descanso após a longa viagem.
Dia 02 – Dia de descanso em Kathmandu, reunião e verificação dos equipamentos
Após o café da manhã, realizaremos uma reunião para revisar detalhadamente o passo a passo da expedição. À tarde, procederemos com a verificação de todos os equipamentos, e os participantes terão a oportunidade de realizar compras de última hora, caso necessário.
Dia 03 – Deslocamento em carro de Kathmandu para Besisahar (760m)
Neste dia, após o café da manhã, iniciaremos nosso deslocamento em veículos 4×4 e, após aproximadamente seis horas de viagem, chegaremos a Besisahar.
Dia 04 – Deslocamento de Besisahar para Dharapani (1.860m)
A jornada prosseguirá com mais um dia de deslocamento em veículos, proporcionando uma experiência contínua e enriquecedora.
Dia 05 – Caminhada de Dharapani a Dowa (2.530m)
No quinto dia de nossa jornada no Nepal, iniciaremos o trekking rumo ao campo-base do Manaslu, superando a marca dos 2.000 metros de altitude.
Dia 06: Caminhada de Gowa a Bhimthang (3.720m)
No segundo dia de trekking, nosso corpo já estará em processo de adaptação à altitude. A jornada consistirá em aproximadamente seis horas de caminhada, proporcionando um desafio progressivo e gratificante.
Dia 07 – Dia de descanso e aclimatação em Bhimthang (3.720m)
Como é habitual nos processos de aclimatação, neste dia faremos uma pausa em Bhimthang, onde teremos a oportunidade de realizar uma caminhada leve em ascensão, seguida de uma descida para descansar na mesma altitude, favorecendo uma adaptação gradual e segura.
Dia 08 – Caminhada de Bhimthang a Samdo (3.872m) via Larke Pass (5.160m)
Neste dia, nosso trekking nos levará a uma altitude considerável, ao cruzarmos o Larke Pass, que ultrapassa os 5.000 metros. Após a intensa subida, descemos para Samdo, onde pernoitaremos a uma altitude ligeiramente superior à da vila onde passamos a noite anterior. Este processo de subida e descida é fundamental para uma aclimatação eficaz e gradual, garantindo uma adaptação segura e bem-sucedida à altitude.
Dia 09 – Caminhada de Samdo para Sama Gaun (3.541m)
No penúltimo dia de trekking antes de chegarmos ao campo base do Manaslu, nosso pernoite será um pouco mais baixo que nos últimos dias, possibilitando ao nosso corpo uma melhor adaptação a altitude.
Dia 10 – Caminhada de Sama Gaun para campo base do Manaslu (4.700m)
No penúltimo dia de trekking, antes de chegarmos ao campo-base do Manaslu, passaremos a pernoite em uma altitude um pouco mais baixa do que nos dias anteriores, proporcionando ao nosso corpo uma melhor adaptação à altitude e favorecendo uma aclimatação mais eficaz para os desafios finais da jornada.
Dia 11 a 22 – Rotação de aclimatação ao campo 1 (5.500m), campo 2 (6.200m) e campo 3 (6.800m)
As rotações de aclimatação consistem em subidas em três etapas distintas aos campos altos do Manaslu. À medida que nosso corpo se adapta à altitude, teremos a oportunidade de pernoitar nos campos mais elevados e retornar ao campo-base para descanso. Dependendo das condições da montanha e do desempenho de cada montanhista, também é possível atingir o campo 4, situado a 7.400 metros, para em seguida descer e descansar no campo 3. Esse processo é essencial para garantir uma aclimatação segura e eficaz antes de atingirmos as altitudes mais desafiadoras.
Dia 23 a 29 – Saída do campo base rumo ao cume do Manaslu (8.163m)
No dia 23 de setembro, sairemos do campo-base rumo ao cume, com pernoites em acampamentos altos a cada noite. Na noite do dia 26, ocorrerá o summit push — o ataque ao cume. Partiremos de nossas barracas no campo 3 por volta das 21 horas, com o objetivo de alcançar o cume do Manaslu na manhã seguinte. No dia 28, retornaremos ao campo-base para um merecido dia de descanso, celebrando o sucesso de nossa conquista.
Dia 30 – Caminhada do campo base do Manaslu (4.700m) a Sama Gaun (3.541m)
Iniciaremos nossa despedida do Monte Manaslu com o primeiro dia de trekking em direção a Kathmandu, iniciando o trajeto de volta com a sensação de realização e memórias inesquecíveis.
Dia 31 – Caminhada de Sama Gaun a Namrung (2.670m)
Mais um dia de caminhada nos levará a uma descida de aproximadamente 900 metros. Embora o cansaço acumulado nos atinja, a redução da altitude e o maior nível de oxigênio disponível favorecem uma recuperação mais rápida, proporcionando alívio e renovação de nossas energias.
Dia 32 – Caminhada de Namrung a Philim (1.606m)
Nossa jornada de regresso está prestes a chegar ao fim, encerrando esta experiência transformadora com a sensação de dever cumprido e memórias inesquecíveis.
Dia 33 – Caminhada Philim a Maccha Khola (883m)
Após algumas poucas horas de caminhada neste dia, concluímos o trekking de retorno, encerrando com êxito nossa jornada após a ascensão ao Monte Manaslu.
Dia 34 – Dia de deslocamento de carro de Maccha Khola a Kathmandu
Dia dedicado ao deslocamento em veículos 4×4 até o hotel em Kathmandu, proporcionando um trajeto confortável e uma transição tranquila de volta à cidade.
Dia 35 – Dia de descanso em Kathmandu
Dia livre para explorar Kathmandu ou simplesmente relaxar, aproveitando o tempo para descanso e recuperação após a intensa jornada.
Dia 36 – Translado ao aeroporto e voo de regresso ao Brasil
Translado ao aeroporto e embarque no voo de regresso ao Brasil, encerrando nossa expedição com a satisfação de uma jornada inesquecível.
Como saber se estou apto fisicamente para realizar a ascensão ao Aconcágua?
A ascensão ao cume do Aconcágua não apresenta desafios técnicos, mas devido ao trajeto longo e a altitude considerável, é necessário um bom preparo físico. O ideal é que a pessoa já pratique atividades físicas regularmente, possua preparo muscular para evitar desconfortos e lesões, e especialmente tenha bom condicionamento cardiovascular, pois o percurso exige resistência, principalmente devido ao ar rarefeito e ao esforço constante de subida.
Enfrentaremos muito frio?
Em Mendoza, durante o verão (janeiro), as temperaturas variam entre 17°C à noite e 30°C durante o dia. No campo base do Aconcágua, a temperatura é de cerca de 10°C durante o dia e pode chegar a -5°C à noite. À medida que subimos, o frio aumenta e no cume a temperatura pode atingir até -15°C. Consulte a lista de equipamentos para garantir que você estará preparado para as condições climáticas.
Qual será a logística durante nossos deslocamentos?
Você será recebido no aeroporto de Mendoza e será transportado até o hotel. Também haverá translado diário para o Parque Provincial Aconcágua e retorno ao aeroporto ao fim da expedição para o voo de regresso ao Brasil.
Como serão os hotéis em que iremos nos hospedar?
Em Mendoza, nos hospedaremos em um hotel 3 estrelas em quartos duplos. Durante a expedição, as pernoites ocorrerão em acampamentos, onde as barracas estarão montadas para nós. Cada barraca será dividida por duas pessoas.
Posso optar por ter um quarto individual em Mendoza?
Sim, é possível solicitar um quarto individual em Mendoza, mediante pagamento de um acréscimo. Consulte-nos para mais detalhes.
É possível deixar parte das minhas bagagens em Mendoza?
Sim, toda a bagagem não utilizada durante a expedição pode ser deixada no hotel em Mendoza, onde retornaremos antes do voo de regresso.
Há algum cardápio para quem tem restrições alimentares?
Sim, se você possui alguma restrição alimentar, informe-nos com antecedência para que possamos providenciar as opções adequadas durante a expedição.
Como funciona o processo de aclimatação?
O roteiro foi desenvolvido para que a aclimatação aconteça de forma gradual, com pernoites extras em Confluência e Plaza de Mulas. Durante a expedição, é essencial ingerir grandes quantidades de água para ajudar na adaptação à altitude.
Há alguma equipe local para nos auxiliar?
Sim, além do organizador Moeses Fiamoncini, contamos com um guia local para cada 3 participantes, que acompanhará todo o trajeto. Também há uma equipe nos acampamentos responsáveis por montar as barracas e preparar as refeições até o campo base.
Quanto peso vou carregar durante o trekking?
Durante a caminhada de Penitentes a Plaza de Mulas, você levará uma mochila leve com itens essenciais para o dia, como água, protetor solar, anorak, poncho para chuva e lanches. O restante dos seus pertences será transportado por mulas. Para a ascensão, se optar por carregar sua própria mochila, ela pesará entre 10 e 15 quilos. Caso prefira, é possível contratar um carregador (custo extra).
Há estrutura para tomar banho?
No campo base de Plaza de Mulas, é possível tomar banho quente. Nos campos mais altos, não há estrutura para banho, então a higiene será feita com lenços umedecidos.
Teremos energia elétrica? Como faço para carregar telefones e câmeras?
Em Plaza de Mulas há energia solar disponível para carregar equipamentos eletrônicos. Nos campos mais altos, o uso de eletrônicos deve ser feito com cautela, pois não há fonte de energia.
Em quais companhias aéreas devo pesquisar as passagens de ida e volta?
As principais companhias aéreas que operam voos entre o Brasil e Mendoza são Latam e Aerolíneas Argentinas.
Como posso me comunicar com minha família durante a viagem?
Em Plaza de Mulas, há algumas áreas com sinal telefônico para que você possa se comunicar com seus familiares.
Posso desistir da expedição?
Sim, se não houver adaptação à altitude ou se surgirem outros problemas, você pode decidir interromper a expedição. Nesse caso, um guia fará o acompanhamento de retorno, mas haverá um custo adicional de 400 dólares para esse serviço.