#VertexTreks

Trekking ao Campo Base do Everest

O caminho até a montanha mais alta do mundo, conhecido como os “degraus para o céu”.

Trekking ao Campo Base do Everest​

Localizado na cadeia montanhosa mais alta e selvagem do planeta, o trekking ao Campo Base do Everest é considerado por muitos como um dos caminhos mais fascinantes do mundo. Não por acaso, esse percurso é frequentemente chamado de “degraus para o céu”, já que cada passo dessa jornada revela cenários que nos fazem acreditar que estamos caminhando rumo ao paraíso.

Ao longo do trajeto, somos presenteados com belas florestas, rios de água azul, picos nevados e imponentes glaciares, em uma paisagem que se transforma constantemente e impressiona em cada dia de caminhada.

A jornada ainda oferece a oportunidade de conhecer uma das culturas mais ricas e interessantes do mundo. A cada curva do caminho, surgem vilas Sherpa, onde vive um povo simples e sorridente, que encontra alegria em compartilhar o pouco que tem e recebe todos como verdadeiros irmãos.

Conheça o itinerário dessa jornada única e aventure-se conosco!

Localização

Nepal

Duração

17 dias

Dificuldade

Alta

Datas disponíveis

01 a 17 de novembro de 2026

A partir de

USD $4.400

Dia 1 – Chegada em Kathmandu

Haverá uma recepção no Aeroporto Internacional de Tribhuwan (TIA) e translado ao hotel. Após a acomodação realizaremos um encontro para o alinhamento dos detalhes e das atividades diárias da viagem. A noite será livre.

Dia 2 – Visita a Kathmandu

Na manhã seguinte, após o café da manhã, haverá tempo para explorar a região, passear pelas ruas e, caso necessário, será oferecida orientação para a compra ou aluguel de equipamentos para o trekking.

Dia 3 – Voo para Lukla (2840 m) / Trekking a Phakding (2610 m)

Em seguida, embarcaremos em um voo para Lukla, porta de entrada para a região do Everest. Nosso destino será o norte, seguido pelo vale Dudh Kosi, em uma descida gradual até a pequena vila de Phakding, onde passaremos o pernoite.

Dia 4 – Phakding (2610 m) a Namche-Bazaar (3440 m)

Caminharemos de Phakding até o rio Dudh Kosi, atravessando colinas e diversas pontes suspensas. Se o céu estiver claro, será possível apreciar, pela primeira vez, o imponente Monte Everest. Em seguida, enfrentaremos uma subida íngreme até Namche-Bazaar, popularmente conhecida como a capital do vale do Khumbu. Após a acomodação, você poderá aproveitar o resto do dia explorando a cidade ou relaxando pelos cafés locais.

Dia 5 – Dia de aclimatação em Namche-Bazaar (3440 m)

Pela manhã, seguiremos em direção a Syangboche e ao Hotel Everest View, de onde será possível desfrutar de um panorama deslumbrante do Monte Everest e de outras montanhas imponentes, como o Lhotse, Ama Dablam, Konde, Kangtega, Thamserku e Tawoche. Após retornarmos a Namche, a tarde será livre para descanso ou para explorar a cidade e seus arredores.

Dia 6 – Namche-Bazaar (3440 m) até Tengboche (3867 m)

A trilha descerá abruptamente até uma ponte na vila de Phunki Tenga, onde será servido o almoço. Em seguida, seguiremos em direção a Tyangboche, nosso local de pernoite.

Dia 7 – Tengboche (3867 metros) para Dingboche (4130 metros)

No dia seguinte, passaremos pela vila de Pangboche – a vila permanente mais alta da região – atravessando uma floresta até chegarmos ao rio Emja Khola. Logo depois, faremos uma pausa para o almoço na vila de Shomare. A caminhada continuará por um trecho relativamente plano até cruzarmos o rio Emja Khola. Após uma leve ascensão chegaremos em Dingboche.

Dia 8 – Dingboche (4130 metros)

Dia dedicado ao descanso e aclimatação.

Dia 9 – Dingboche (4130m) a Lobuche (4930m)

Este trecho do trekking é especialmente marcante pois já adentramos o perímetro da alta montanha. Nosso destino será a vila de Dughla e, em seguida, após uma caminhada íngreme, chegaremos a Lobuche. Dessa região, situada a quase 5.000 metros de altitude, será possível apreciar a grandiosidade do Glaciar do Khumbu.

Dia 10 – Lobuche (4930 m) a Gorak Shep (5180m) e Kala Pattar (5555 m)

Pela manhã, seguiremos rumo ao norte, acompanhando a imponente Cascata de Gelo do Khumbu, cercados por paisagens deslumbrantes. Do cume de Kala Pattar, a 5.555 metros de altitude, será possível contemplar a clássica vista digna de cartões-postais do Everest, com um panorama impressionante do campo base e dos altos picos ao redor. Após um momento de contemplação desse cenário magnífico, retornaremos a Gorak Shep para o pernoite.

Dia 11 – Gorak Shep (5180m)

Dia extra (o roteiro poderá sofrer alterações conforme as condições climáticas).

Dia 12 – Gorak Shep (5180m) para o Everest Base Camp (5364m) e volta para Dingboche (4130m)

A trilha seguirá ao lado da Cascata de Gelo do Khumbu, onde imensas colunas congeladas formam uma impressionante “floresta” de gelo, até alcançarmos o campo-base do Everest. Após a vista, retornaremos a Gorak Shep para o almoço e, em seguida, iniciaremos a descida rumo a Dingboche.

Dia 13 – Dingboche (4410m) até Namche-Bazaar (3440m)

Teremos um longo dia de caminhada, com duração entre 6 e 8 horas. Faremos uma parada em Tengboche para o almoço e, ao final do percurso, retornaremos a Namche.

Dia 14 – Namche-Bazaar (3440m) a Lukla (2840m)

No último dia de trilha, a paisagem será marcada por montanhas de menor altitude, cobertas por uma vegetação exuberante. Durante o trajeto, ao passar por Chaunrikhara, enfrentaremos uma última subida até Lukla, onde passaremos o pernoite antes do voo de retorno para Katmandu.

Dia 15 – Voo para Kathmandu

Pela manhã, embarcaremos no voo de Lukla para Kathmandu, seguido de translado para o hotel. A tarde e a noite serão livres.

Dia 16 – Dia livre no vale de Kathmandu

Por questões de segurança, este dia será reservado para eventuais atrasos ou cancelamentos de voos em Lukla devido às condições climáticas. Além disso, será uma excelente oportunidade para explorar os arredores de Kathmandu.

Dia 17 – Voo de regresso ao Brasil

Translado para o aeroporto, garantindo tempo suficiente para maior conforto e comodidade.

 

Como saber se estou apto fisicamente para realizar o trekking ao Everest base camp?

Não é necessário ser um grande atleta para realizar o trekking ao campo base do Everest. A recomendação é realizar uma preparação física focada na musculatura pelo menos três meses antes da viagem, o que permitirá aproveitar ao máximo os dias de caminhada, reduzindo desconfortos musculares ao final de cada percurso diário e diminuindo as chances de lesões. O principal foco do treinamento deve ser a capacidade cardiovascular, que pode ser aprimorada por meio de atividades aeróbicas, como natação, corrida ou bicicleta.

Qual é a dificuldade técnica do trekking?

O trekking não apresenta dificuldades técnicas. As caminhadas variam entre 7 e 12km por dia, e o terreno não é desafiador. O trajeto é composto por uma sequência de subidas e descidas, mas em nenhum momento enfrentaremos subidas extremamente íngremes; apenas algumas partes exigem subidas mais longas. A maior dificuldade para alguns pode ser a altitude, contudo, nossa programação é cuidadosamente elaborada para que você tenha tempo suficiente para se aclimatar. Além do mais, reforçaremos constantemente a importância de se ingerir muito líquido durante todo o trekking, o que é fundamental para a adaptação do corpo quando exposto a áreas elevadas.

Enfrentaremos muito frio?

A temperatura média no Nepal durante as transições de estação, época em o trekkings é realizado, varia entre 25ºC e 10ºC (média na região de Kathmandu, onde os dias tendem a ser mais quentes). À medida que ganhamos altitude, a temperatura pode oscilar consideravelmente. Os dias mais frios serão aqueles próximos ao campo-base, onde as temperaturas noturnas podem cair abaixo de -10ºC . Nosso roteiro foi planejado para garantir que cheguemos aos lodges ainda durante a tarde, oferecendo mais conforto nas noites mais geladas. No link lista de equipamentos você encontrará todas as informações sobre o que levar para estar apto ao clima da viagem. Veja abaixo um pouco mais sobre o clima, temperaturas, horas de sol e possibilidades de chuva.

Qual será a logística durante nossos deslocamentos?

Ao chegar no aeroporto de Kathmandu, você será recepcionado por um veículo que o conduzirá ao hotel. Caso você deseje explorar as redondezas, a área ao redor do hotel é segura. Kathmandu é uma cidade grande e populosa, mas com boas condições de segurança para os visitantes.Uma van nos levará para o aeroporto doméstico de Kathmandu, de onde voaremos para Lukla, onde iniciamos o nosso trekking. A volta terá o mesmo processo, translado para o hotel e translado ao aeroporto internacional para o voo de regresso ao Brasil.

Como serão os hotéis em que iremos nos hospedar?

Em Kathmandu nosso hotel será um 4 estrelas, geralmente o hotel Marriot. Durante o trekking as hospedagens são em lodges (pousadas simples de montanha, porém confortáveis), com três refeições ao dia já inclusas. Os quartos são duplos, com banheiros compartilhados. Os lodges não possuem calefação central, por isso a necessidade de levarmos os sacos de dormir. No centro da área comum há sempre um aquecedor para que possamos desfrutar do nosso jantar em um ambiente mais confortável.

Posso optar por ter um quarto individual e um quarto com banheiro?

Os lodges não contam com opção de suíte, mas as equipes locais fazem um bom trabalho mantendo as áreas comuns sempre limpas e organizadas. Se desejar um quarto individual, podemos providenciá-lo mediante um custo adicional.

É possível deixar parte das minhas bagagens em Kathmandu?

Sim. Toda a bagagem que não será utilizada durante o trekking ficará no hotel em Kathmandu, onde nos hospedaremos novamente, antes do voo de regresso ao Brasil.

Há algum cardápio para quem tem restrições alimentares?

O dal baht (prato à base de arroz, lentilha e vegetais com curry) é o prato típico do Nepal. Durante o trekking haverá um menu variado com massas, sopas, carnes vermelha e de frango. Caso você possua alguma restrição ou alergia alimentar, avise-nos com antecedência para que possamos garantir a melhor experiência possível.

Como funciona o processo de aclimatação?

Nosso roteiro foi desenvolvido para que o processo de aclimatação ocorra da forma mais natural possível, com pernoites extras em Namche e Dingboche. A exposição à altitude é feita de maneira gradual, para que seu organismo tenha o mínimo de impacto. É importantíssima a ingestão de muita água alguns dias antes de iniciar o trekking e durante todo o trajeto, uma vez que nosso organismo a utiliza para produzir as transformações necessárias responsáveis pela nossa adaptação a altitude.

Há alguma equipe local para nos auxiliar?

Sim, além do organizador da expedição, Moeses Fiamoncini, trabalhamos com um guia local, um guia auxiliar a cada três pessoas e um carregador a cada duas pessoas. Eles nos acompanharão durante todo o trajeto.

Quanto peso vou carregar durante o trekking?

Você levará uma pequena mochila (capacidade entre 45 e 65 litros) com o peso máximo de 5kg. Nessa bagagem estará: 2 litros de água, protetor solar e labial, um anorak (corta-vento), capa de chuva, luvas, um fleece e seus lanches de preferência. Sua duffle bag (de até no máximo 15kg) será transportada pelos carregadores toda manhã até o próximo lodge, onde estará à sua disposição ao final da tarde.

Há estrutura para tomar banho todos os dias?

Durante praticamente todo o trajeto, haverá infraestrutura para banhos quentes (com aquecimento a gás), exceto nos dois últimos dias, realizados em Lobuche e Gorak Shep. Nestes vilarejos, onde as temperaturas são as mais baixas da viagem e o clima é seco, as caminhadas, realizadas em ritmo lento, reduzem significativamente a transpiração. Portante, para esses dias, os lenços umedecidos têm se mostrado uma solução eficaz para a manutenção da higiene pessoal. Nos demais lodges há uma taxa que varia entre 4 e 6 dólares para usar os chuveiros.

Teremos energia elétrica? Como faço para carregar telefones e câmeras?

Sim, há energia em todo o percurso. Para carregar seus eletrônicos há uma taxa que varia entre 3 e 8 dólares. Uma dica é levar dois power banks em sua bagagem.

O Nepal exige visto?

Sim, mas o visto é obtido no aeroporto de Kathmandu. Após seu desembarque você irá preencher um formulário digital, fará o pagamento de 50 dólares e poderá retirar seu visto em um dos guichês identificados dentro do próprio aeroporto.

Onde posso comprar equipamentos no Nepal?

No dia de sua chegada faremos um checklist para verificar se você tem todos os equipamentos necessários. Caso precise adquirir algo em Kathmandu, podemos auxiliar durante as compras, uma vez que existem diversos locais para aquisição de equipamentos na cidade.

Quais os documentos necessários para a entrada no Nepal?

Passaporte com no mínimo 6 meses de validade;
Seguro de viagem com cobertura para evacuação com helicóptero;
Duas fotos 3×4 coloridas;
Certificado internacional de vacinação contra a febre amarela.

Como posso me comunicar com minha família durante a viagem?

Todos lodges contam com wifi. Caso haja interesse, durante o trajeto será possível adquirir um cartão de acesso a internet com um custo aproximado de 20 dólares. Também é possível adquirir um chip local (NCell) nas proximidades do hotel – Não recomendamos fazer essa aquisição no aeroporto por ter um custo mais alto.

Em quais companhias aéreas devo pesquisar as passagens de ida e volta?

As companhias aéreas que operam voos do Brasil para Kathmandu são: Qatar Airways, Emirates, Turkish Airlines e Ethiopia Airlines. Recomendamos a Qatar Airways e Ethiopia Airlines, pois possuem escalas mais breves.

Quanto dinheiro devo levar para minhas despesas pessoais?

Recomendamos a média de 600 dólares por pessoa, para despesas com bebidas, refeições em Kathmandu, gorjeta para os carregadores, passeios turísticos extras e souvenirs. Sugerimos também levar um cartão de crédito/débito habilitado para uso no exterior e dólares em espécie. Na cidade há várias casas de câmbio para trocar os dólares pelo dinheiro local que são as rúpias nepalesas. Caso necessite sacar dinheiro durante o trekking, há caixas eletrônicos em Lukla e Namche-Baazar.

#VertexTreks

Pronto para enfrentar o desafio?