O Equador integra a restrita lista dos 16 países de maior biodiversidade do planeta. Entre suas inúmeras riquezas naturais, destaca-se a grandiosa Avenida dos Vulcões, um impressionante espetáculo geológico.
Com uma extensão territorial equivalente ao estado de São Paulo, o Equador abriga 84 vulcões, e nossa missão é explorar alguns deles. Como se não bastassem suas paisagens deslumbrantes, este país de solo fértil também se destaca por uma gastronomia excepcional, capaz de surpreender até os paladares mais exigentes.
Embarque nesta jornada para descobrir cenários únicos e vivenciar a cultura acolhedora do povo equatoriano. Conheça o itinerário e aventure-se conosco!
Equador
06, 09 e 12 dias
Médio
Dia 1 – Chegada ao Equador (2.800 m)
Chegada em Quito, recepção no aeroporto e traslado ao hotel.
Primeiro contato com a altitude e tempo para descanso após a viagem.
Dia 2 – Tour histórico + aclimatação no Rucu Pichincha (até 4.000 m)
Pela manhã, realizamos um tour pelo centro histórico de Quito, conhecendo um dos conjuntos coloniais mais bem preservados da América do Sul.
À tarde, seguimos para o teleférico, subindo até cerca de 4.000 metros de altitude
para iniciar o processo de aclimatação. Realizamos uma caminhada leve, com vistas impressionantes da cidade, preparando o corpo para os próximos dias.
Dia 3 – Ascensão ao Rucu Pichincha (4.696 m)
Primeira ascensão da expedição. Acesso pelo teleférico até cerca de 4.000 metros, onde inicia a caminhada. A trilha apresenta ganho progressivo de altitude, com terreno de areia vulcânica e trechos rochosos. O trecho final inclui uma escalaminhada em rocha, exigindo atenção e bom condicionamento físico.
Atividade de dificuldade moderada, importante para início da aclimatação e
adaptação ao ritmo da expedição.
Altitude máxima: 4.696 metros
Ganho de elevação: aproximadamente 700 metros
Tempo de subida: 3 a 4 horas
Tempo de descida: 1h30 a 2 horas
Dia 4 – Subida ao refúgio Nuevos Horizontes – Iliniza Norte (4.700 m)
Deslocamento até a base dos Ilinizas. A partir daí, iniciamos a caminhada em terreno de altitude, com subida contínua até o refúgio. A trilha apresenta inclinação constante, com trechos de terra e areia vulcânica. A progressão já ocorre em ambiente de alta montanha, sendo um dia importante para consolidar a aclimatação antes da ascensão ao cume.
Altitude máxima: 4.700 metros
Distância: 4.7 km
Ganho de elevação: aproximadamente 749 metros
Tempo de subida: 4 a 5 horas
Dia 5 – Cume do Iliniza Norte (5.126 m)
Saída ainda de madrugada a partir do refúgio. A ascensão ocorre em terreno
predominantemente rochoso, com progressão contínua e alguns trechos de
escalaminhada, exigindo uso das mãos em pontos específicos.
A rota é bem definida, porém requer atenção devido à altitude e às condições do
terreno. Após o cume, retorno pelo mesmo trajeto até o veículo e deslocamento ao
hotel.
Altitude máxima: 5.126 metros
Ganho de elevação: aproximadamente 489 metros
Distância: 6 km
Tempo total de atividade: 7 a 8 horas
Dia 6 – Retorno ao Brasil
Traslado ao aeroporto e encerramento dos serviços para os participantes que optaram pelo programa até a ascensão do Iliniza Norte.
Dia 6 – Extensão ao Cotopaxi – Descanso estratégico
Dia fundamental para recuperação e adaptação do corpo.
Aqui começa a fazer toda a diferença para o sucesso nos cumes seguintes.
Dia 7 – Refúgio José Ribas – Cotopaxi (4.864 m)
Deslocamento em veículo até a parte alta do Parque Nacional Cotopaxi. A partir do
estacionamento, realizamos uma caminhada curta até o refúgio José Ribas, já em
altitude elevada. Restante do dia destinado ao descanso, hidratação e preparação para o ataque ao cume durante a madrugada.
Altitude máxima: 4.864 m
Ganho de elevação: aproximadamente 260 m
Distância: 290 m
Tempo de subida: cerca de 50 minutos
Dia 8 – Cume do Cotopaxi (5.897 m)
Despertaremos entre 22h30 e 23h, dependendo do grupo. Após acordar, realizamos toda a preparação dos equipamentos, vestimentas e alimentação com café antes da saída. Início da ascensão por volta da meia-noite, a partir do refúgio José Ribas. A progressão ocorre em glaciar, com uso de crampons, piolet e progressão em cordada. A rota apresenta inclinação constante, exigindo ritmo controlado e boa gestão de esforço em altitude. Após atingir o cume, retorno pelo mesmo trajeto até o refúgio e posterior descida até o estacionamento.
Altitude máxima: 5.897 m
Ganho de elevação: aproximadamente 1.050 m
Distância: aproximadamente 5 a 6 km
Tempo total de atividade: 9 a 10 horas
Dia 9 – Retorno ao Brasil
Traslado ao aeroporto e encerramento dos serviços para os participantes que optaram pelo programa até a ascensão do Cotopaxi.
Dia 9 – Extensão ao Chimborazo
Transferência para a região do Chimborazo, iniciando a preparação para a ascensão a montanha mais alta da linha do Equador, o ponto mais distante do centro da terra e o mais próximo do sol. Deslocamento pela Avenida dos Vulcões, com paisagens marcantes ao longo do trajeto.
Dia 10 – Subida ao acampamento alto do Chimborazo (5.300 m)
Pela manhã, deslocamento em veículo até o parque nacional Chimborazo. A partir dali, iniciamos a caminhada até o acampamento alto, que será a base para o ataque ao cume. Chegada ao acampamento, organização dos equipamentos e descanso para a ascensão noturna.
Altitude máxima: 5.330 metros
Ganho de elevação: aproximadamente 560 m
Distância: 1,9 km
Tempo de subida: 3 a 4 horas
Dia 11 – Cume do Chimborazo (6.263 m)
Despertar entre 22h30 e 23h. Após acordar, realizamos a alimentação e a preparação completa dos equipamentos e vestimentas. Saída por volta da meia-noite. A ascensão é longa e contínua, passando primeiro pelo cume Veintimilla (6.240 m) e, em seguida, seguindo até o cume principal Whymper (6.310 m).
Após o cume, retorno pelo mesmo trajeto até o ponto de apoio e deslocamento de
volta a Quito para pernoite em hotel.
Altitude máxima: 6.310 m
Ganho de elevação: 965 m
Distância: 7,4 km
Tempo total de atividade: 12 a 14 horas
Dia 12 – Retorno ao Brasil
Traslado ao aeroporto e encerramento dos serviços.
Como saber se estou apto fisicamente para essa aventura aos vulcões do Equador?
Não é necessário ser um grande atleta para iniciar no mundo do montanhismo, mas é essencial ter um bom condicionamento físico. O ideal é começar uma preparação física regular, ao menos três meses antes da viagem, para evitar desconfortos musculares e minimizar o risco de lesões. O foco do treinamento deve ser a capacidade cardiovascular, que pode ser aprimorada por meio de atividades aeróbicas como natação, corrida ou ciclismo.
Qual é a dificuldade técnica das ascensões aos vulcões do Equador?
Nos primeiros dias, as ascensões não apresentam grandes dificuldades técnicas e podem ser realizadas praticamente sem equipamentos especializados. O maior desafio para alguns pode ser a altitude, mas a programação é planejada para uma aclimatação gradual. Nas montanhas Illiniza e Cotopaxi, a dificuldade técnica é baixa, a altitude média e a exigência física é moderada. Já o Chimborazo exige maior esforço físico devido à sua altitude superior.
Enfrentaremos muito frio?
As temperaturas na região do Equador variam entre 10 e 20 graus Celsius. À medida que subimos para os cumes, a temperatura diminui gradualmente, podendo chegar a -5 graus no Cotopaxi e no Chimborazo.
Qual será a logística durante nossos deslocamentos?
Ao chegar no aeroporto de Quito, um transporte estará à sua espera para levá-lo até a pousada em Machachi. Caso queira explorar os arredores, Machachi é uma cidade tranquila e segura, com uma grande diversidade de restaurantes. Para os deslocamentos até os parques nacionais, utilizaremos vans, e o processo será o mesmo para o retorno ao aeroporto internacional ao final da expedição.
Como serão os hotéis e a alimentação durante a viagem?
A hospedagem será em hotéis 3 ou 4 estrelas em Quito, sempre em quartos duplos, além de pousadas de fazenda e refúgios de montanha ao longo da expedição. O café da manhã está incluído todos os dias, assim como o lanche para o almoço durante as atividades nas montanhas. Em Quito, os jantares são livres, permitindo que você aproveite a excelente gastronomia local. Já nos refúgios de montanha, o pernoite inclui jantar e café da manhã.
Posso optar por ter um quarto individual?
Sim, é possível optar por um quarto individual. Consulte o valor adicional para essa opção.
É possível deixar minhas bagagens nas pousadas durante as noites nos refúgios?
Sim, é possível deixar suas bagagens nas pousadas onde estaremos hospedados antes de subir para os refúgios. Todos os pertences ficarão armazenados com segurança durante esse período.
Há algum cardápio para quem tem restrições alimentares?
Nos refúgios de montanha, há opções para alérgicos e intolerantes, mas é necessário informar as restrições com antecedência. Para o café da manhã, tanto na pousada em Machachi quanto nos refúgios, dependendo da intolerância, pode ser necessário levar seus próprios produtos, especialmente em relação a dietas sem glúten, que podem ser difíceis de encontrar nos supermercados de Machachi.
Como funciona o processo de aclimatação?
O roteiro foi planejado para garantir uma aclimatação gradual à altitude, minimizando o impacto no organismo. É fundamental manter-se bem hidratado antes e durante a viagem, pois a água é essencial para os processos de adaptação à altitude.
Há alguma equipe local para nos auxiliar?
Sim, contamos com a presença de guias locais qualificados, além do organizador da expedição, Moeses Fiamoncini. Eles acompanharão todo o trajeto e fornecerão suporte durante a jornada.
Quanto peso vou carregar durante a subida às montanhas?
Você levará uma mochila pequena (45 a 65 litros), com o peso máximo de 5kg. Na mochila, estarão: 2 litros de água, protetor solar, protetor labial, anorak (corta-vento), poncho para chuva, luvas, fleece e lanches de sua preferência.
Há estrutura para tomar banho nos refúgios de montanha?
Os refúgios de montanha não oferecem chuveiros. Recomendamos levar lenços umedecidos para higiene pessoal durante os dias em que ficaremos nos refúgios.
Quais são os documentos necessários para entrar no Equador?
Para a entrada no país, é necessário apresentar carteira de identidade em bom estado e emitida há menos de 10 anos ou passaporte válido, com pelo menos 6 meses antes do vencimento. Também é obrigatório o certificado internacional de vacinação contra febre amarela.
Em quais companhias aéreas devo pesquisar as passagens de ida e volta?
Recomendamos a compra de passagens por meio de uma agência de viagens, pois, em caso de alterações de voo, o processo será mais rápido e eficiente.
Quanto dinheiro devo levar para minhas despesas pessoais?
Recomendamos levar cerca de 300 dólares por pessoa para despesas extras, como bebidas, refeições não inclusas e gorjetas para a equipe local. Mesmo que não utilize todo o valor, é importante ter essa margem. Também sugerimos levar cartão de crédito ou débito habilitado para uso internacional, já que a moeda oficial do Equador é o dólar.